CONTEMPLAÇÃO E POESIA EM O CÃO SEM PLUMAS

Maria de Fátima Gonçalves Lima

 

Resumo

 

Em João Cabral a imaginação formal está intrínsecas no discurso-rio da linguagem. O presente estudo se propõe a demonstrar configurações da imaginação formal da poesia João Cabral e como o artista da palavra apresenta sua proposta na operação intelectual discursiva, no encadeamento de idéias e metáforas, além de uma teoria poética marcada pelas leis do raciocínio. Essa poesia exprime a fluidez das águas traduzida pela mobilidade metamorfoseante ou metafórica da linguagem literária.

 

Palavras chave

 

Metalinguagem, poesia, metáfora, água, cão sem plumas.

 

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