CINEMA, LITERATURA E TELEVISAO: “A HORA DA ESTRELA” E OS INTERSTICÍOS DA CULTURA VISUAL

Acir Dias da Silva

 

Resumo

 

O presente trabalho constitui um estudo do seriado “Cena Aberta: a magia de contar uma história”, dirigido por Jorge Furtado, Guel Arraes e Regina Casé, baseado no romance A Hora da Estrela de Clarice Lispector. Pretendemos evidenciar nesta narrativa alguns elementos que correspondem ao efeito de uma transfiguração da personagem Macabéia no tempo e no espaço,s que resulta no reconhecimento do desencanto e perda de uma “experiência autêntica” dos sujeitos contemporâneo de modo a despertá-los do “sono coletivo” em que vivem. Para tanto, buscamos a flexão dos discursos presentes no seriado, no romence e no filme de Suzana Amaral. Diante disso, procuramos referências que apontem características do cinema de poesia e como o diretor lança mão de recursos audiovisuais para traduzir grafias em imagens e, ao mesmo tempo, tenta garantir coerência visual na tradução da obra, sobretudo pelas opções estéticas. Neste caso, o romance, a partir de seus códigos expressivos e alegóricos, traz a experiência do choque e problematiza a tradução para o cinema e a televisão.

 

Palavras chave

 

Cultura, cinema e literatura, narração.

 

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